Category: Pelo mundo

  • Sustentabilidade conduziu os Jogos Olímpicos

    Sustentabilidade conduziu os Jogos Olímpicos

    As questões da sustentabilidade estão na ordem do dia e, ainda antes do início dos Jogos Olímpicos em Tóquio, a organização nunca escondeu a sua ambição em que estas fossem as Olimpíadas mais sustentáveis de sempre, sob o lema “Be better, together – For the planet and the people” (“Sejamos melhores, juntos – Pelo planeta e pelas pessoas”).

    As mudanças em prol do meio ambiente começaram desde o que todos os atletas mais anseiam na competição – os pódios e as medalhas. Os primeiros foram feitos de plástico reciclado e as segundas têm na sua composição materiais de dispositivos electrónicos reciclados, tais como smartphones, câmaras fotográficas ou computadores.

    Todos estes dispositivos foram doados pelo público em geral, recolhidos numa iniciativa denominada “Tokyo 2020 Medal Project” que se iniciou em 2017.

    Para além disso, as camas dos atletas são de cartão e os veículos de transporte são quase na sua totalidade eléctricos – pelo menos 90% são movidos a energia eléctrica. Os copos e embalagens de papel substituíram os de plástico de uso único e houve também a preocupação em minimizar o desperdício de alimentos e o excesso de embalagens.

  • Boeing em busca de reduzir emissões de carbono

    Boeing em busca de reduzir emissões de carbono

    A Boeing anunciou que pretende intensificar investimentos para desenvolver aeronaves capazes de operar com 100% de biocombustível até o final desta década, num esforço para diminuir a pegada de carbono de um dos setores globais mais problemáticos neste tema: a aviação civil.

    Em 2020, a empresa comprometeu-se a reduzir pela metade as suas emissões de carbono até 2050, o que a força a tomar medidas substanciais até 2030 para viabilizar esta meta, em função da vida útil das aeronaves.

    Atualmente, a Boeing usa uma tecnologia que permite a mistura de biocombustível com combustível de aviação tradicional. Por esta configuração, as aeronaves conseguem operar com até 50% dos seus tanques com biocombustível. 

  • VW apresenta o seu modelo eléctrico

    VW apresenta o seu modelo eléctrico

    A Volkswagen apresentou no Uruguai, o modelo totalmente elétrico VW e-up. O país foi escolhido pela marca por oferecer a melhor infraestrutura de e-mobilidade na região. A América Latina está inserida dentro da estratégia global da VW, que prevê a neutralidade em carbono até 2050 e a eletrificação é um dos pilares para se alcançar esta meta.

    “O VW e-up é o segundo modelo dentro da nossa estratégia de eletrificação na América Latina, iniciada, em 2019, com o híbrido plug-in VW Golf GTE, e destaca-se por ser o primeiro carro da marca VW totalmente elétrico a ser apresentado na região com potencial para ser comercializado no Uruguai nos próximos meses. Mas vale destacar que não é somente este caminho que estamos a seguir, a nossa maior estratégia é a descarbonização. O elétrico com certeza é o futuro, mas estamos também a trabalhar no desenvolvimento de tecnologias à partir do uso de biocombustíveis e híbridos”, destacou Pablo Di Si, presidente e CEO da Volkswagen América Latina.

    Com sistema de propulsão 100% elétrico e zero emissão de gases poluentes, o modelo proporciona uma autonomia de aproximadamente 260 km. A sua bateria de íon de lítio tem capacidade de 32,3 kWh e o seu consumo pode ser de até 12,7 kWh/100 km, dependendo da forma de condução do motorista.

  • Absa Bank refinancia 3 centrais de energia alternativa

    Absa Bank refinancia 3 centrais de energia alternativa

    O banco sul-africano Absa, o principal player no setor de energia renovável, refinanciou três centrais de energia operacionais na África do Sul. As centrais são propriedade do produtor independente de energia do Reino Unido (IPP) Globeleq.

    A Globeleq está a refinanciar três das suas centrais de energia renovável na África do Sul. O Absa atuou como coordenador principal e único subscritor do pacote de financiamento da dívida de aproximadamente 5,2 bilhões de rands sul-africanos, ou cerca de US$351 milhões, para a compra da dívida contraída pela empresa britânica na construção das suas centrais.

    De acordo com a Globeleq, a recompra da dívida das três concessionárias de energia renovável contribuirá para a melhoria da estrutura de capital dos projetos, desbloqueando valor para o acionista, bem como reduzindo as tarifas para a concessionária nacional de energia Eskom e, em última instância, para os consumidores sul-africanos. 

  • Exxon Mobil planeia reduzir emissões de carbono a zero até 2050

    Exxon Mobil planeia reduzir emissões de carbono a zero até 2050

    A empresa de petróleo e gás Exxon Mobil Corp (XOM) está a planear reduzir as suas emissões líquidas de carbono a zero até 2050.

    Segundo relatos, as discussões acontecem à medida que a empresa pondera as suas ações e planos futuros. Estas deliberações ocorrem dois meses após os acionistas da empresa substituíram três diretores por candidatos que haviam sido propostos por uma nova parceria de investimento. A nova parceria tem exercido pressão para melhorar os retornos e fazer mais para se tornar menos dependente do carbono.

    Embora a empresa ainda não tenha tornado explícito o seu anúncio formal, fontes disseram que a Exxon tem em andamento uma série de etapas importantes sobre o meio ambiente e outras questões, que serão implementadas até ao final do ano.

    Em resposta por escrito aos rumores sobre a promessa, a empresa disse que está empenhada em trabalhar para descarbonizar os setores de alta emissão e investir em tecnologias que ajudarão a sociedade a alcançar um futuro líquido zero. “Ao longo do nosso processo de engajamento com os acionistas, ouvimos claramente o seu interesse no nosso trabalho nesta área e afirmamos o nosso compromisso”, acrescentou a Exxon.

  • Vale adere a movimento de empresas brasileiras para promover a equidade racial

    Vale adere a movimento de empresas brasileiras para promover a equidade racial

    Alinhada com seus objetivos de promover a diversidade e a inclusão, a Vale aderiu ao MOVER (Movimento pela Equidade Racial). A iniciativa reúne 45 grandes empresas do país e multinacionais em um movimento inédito para promover a equidade racial, em um plano de ação que ambiciona gerar 10 mil novas posições de liderança para pessoas negras e gerar oportunidades para 3 milhões de pessoas nos próximos anos por meio de ações práticas.

    “Nós pretendemos transformar o agora, onde fazer é melhor do que falar e onde ouvir é a melhor forma de aprender. Para mudar o agora, é preciso movimento. Assim como é necessário aproximar todo mundo para essa conversa. As questões raciais não são apenas para pessoas negras, são sobre pessoas brancas também”, declaram os presidentes de todas as empresas participantes no manifesto.

    Pautado por ações transversais, o movimento envolve processos, estruturas, mudança cultural e investimentos em capacitação, treinamento e geração de empregos e metas progressivas até 2030, por meio de três pilares: Liderança, Emprego e Capacitação e Consciencialização.

  • Heineken anunciam neutralidade carbónica até 2040

    Heineken anunciam neutralidade carbónica até 2040

    A Heineken, acionista da SCC – Sociedade Central de Cervejas e Bebidas, definiu novos compromissos em relação ao ambiente, à sustentabilidade social e ao consumo responsável, tendo elevado a fasquia dos seus objetivos e anunciando que pretende alcançar a neutralidade carbónica na produção até 2030 e ao longo de toda a cadeia de valor até 2040.

    Designado ‘Heineken, Brew a Better World 2030 – Produzir um Mundo Melhor’, este programa rumo às emissões zero traçou ainda outros objetivos, como zero desperdício lançado em aterro a nível global até 2025 e impacto positivo no consumo de água em todas as zonas com escassez deste recurso até 2030.

    A implementação total do programa de igualdade salarial e salários justos até 2023; 30% de mulheres em cargos de gestão de topo até 2025 e 40% até 2030 no caminho para a igualdade de géneros; desenvolver uma iniciativa de impacto social em 100% dos mercados, todos os anos; lançar duas opções de bebidas com zero teor alcoólico na maioria dos mercados até 2023; promover parcerias em todos os mercados para combate aos efeitos nocivos de um consumo abusivo de bebidas alcoólicas; alcançar um bilião de consumidores anualmente com mensagens relacionadas com o consumo responsável;  e dedicar 10% do orçamento de ‘marketing’ da marca Heineken à promoção de um consumo responsável são outras metas assumidas no âmbito deste plano.

    “A empresa pretende que todas as suas instalações de produção (incluindo cervejeiras, fábricas de refrigerantes e de produção de malte] se tornem neutras em carbono, maximizando a utilização de energia renovável e a eficiência energética. Como parte desse esforço, a empresa pretende reduzir as suas emissões globais em 30% até 2030. Da cevada até ao bar e optando por uma abordagem baseada na ciência, a Heineken definirá ações concretas para reduzir a sua pegada de carbono, trabalhando em estreita colaboração com os seus clientes, consumidores e fornecedores. Para reforçar os compromissos assumidos.