Author: Redação

  • Tintas CIN promovem a pintura de 23 fachadas de edifícios

    Tintas CIN promovem a pintura de 23 fachadas de edifícios

    Vários edifícios estão a renascer na baixa da capital moçambicana. As Tintas CIN associaram-se ao projecto ´Bring Back Maputo’ (BBM) que significa trazer Maputo de volta.

    A CIN associou-se a um projecto de responsabilidade social que permitirá pintar 23 fachadas de edifícios, incluindo 7 pinturas de arte urbana, que irão renovar e colorir a baixa de Maputo. A CIN oferece todas as tintas para os imóveis abrangidos pela iniciativa, liderando também o processo de escolha de cores. A empresa disponibilizou ainda uma equipa para dar formação a mulheres do bairro sobre as técnicas correctas de pintura e preparação de superfícies.

    Para as Tintas CIN, neste projecto “era importante que as cores estivessem em harmonia, que destacassem a arquitectura e que não interferissem com a funcionalidade de cada edifício”. Por isso, foi feito o levantamento e o estudo de todas as fachadas. Neste processo, a empresa recorreu a princípios científicos e psicológicos, procedendo a uma combinação equilibrada de cores quentes e frias. O objectivo é promover valores de cidadania e estimular o turismo local.

  • Voluntários das Cervejas de Moçambique doam sangue

    Voluntários das Cervejas de Moçambique doam sangue

    A Cervejas de Moçambique (CDM)promoveu em Maputo, uma acção de sensibilização junto dos seus colaboradores e parceiros, tendo estes doado sangue ao Banco de Sangue do Hospital Central de Maputo, em resposta a um decréscimo significativo nas suas reservas para a realização de procedimentos cirúrgicos. A doação do sangue decorreu nas instalações da CDM, e contou com a participação de mais de 60 voluntários.

    A Cervejas de Moçambique (CDM), maior empresa do sector de alimentos e bebidas em Moçambique, é subsidiária da ABInBev, o maior grupo cervejeiro do mundo. Conta actualmente com um portfólio de 12 marcas de cerveja, entre elas a histórica 2M e a mais

    recente Dourada.

  • Kenmare reassenta três mil famílias

    Kenmare reassenta três mil famílias

    Cerca de três mil famílias camponesas do distrito de Moma, em Nampula, abrangidas pelo projecto de mineração de Pilivili estão a ser reassentadas pela Empresa de exploração das areias pesadas da Kenmare.

    A Superintendente do Departamento de Relações Comunitárias das Areias pesadas da Kenmare em Moma, Hlaleni Matolo, disse que além do reassentamento das famílias, o projecto inclui programas de desenvolvimento económico e social, com destaque para as áreas de saúde e educação.

    Segundo Hlaleni Matolo o projecto, a ser implementado em três bairros, está avaliado em cerca de quatro milhões de dólares e vai durar cinco anos.

  • MPDC luta pela inclusão social de pessoas com deficiência

    MPDC luta pela inclusão social de pessoas com deficiência

    A Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC) tem vindo a desenvolver em Maputo um projecto de emprego de pessoas com deficiência. O projecto iniciou com o recrutamento de 14 pessoas com deficiências diversas, físicas, sensoriais e intelectuais.

    Depois de uma campanha interna de sensibilização e a adaptação de algumas infra-estruturas, os novos colaboradores foram alocados a diversas áreas operacionais, desempenhando funções de arquivistas, auxiliares de cozinha, jardineiros, juristas e recepcionistas. Para a maior parte, este é o seu primeiro emprego formal.

    Desde então, o ambiente no Porto de Maputo tem promovido uma mudança mas que impacta positivamente a todos os colaboradores da empresa.

    Com este projecto, a MPDC pretende, sobretudo, “normalizar” a deficiência, causando impacto em toda a Sociedade, estimulando a que mais empresas sigam este exemplo – o de que todas as pessoas, independentemente das suas limitações físicas, tenham direito a iguais oportunidades de emprego.

  • Electricidade de Moçambique amiga do Ambiente

    Electricidade de Moçambique amiga do Ambiente

    A Electricidade de Moçambique, E.P. (EDM) passa a usar na gestão dos processos administrativos, a plataforma “Agile Office”. Trata-se de um mecanismo digital para imprimir maior flexibilidade na produção, tratamento e expedição de documentos de circulação interna, um dos pilares da Estratégia Digital em curso na Empresa cujo objectivo é desmaterialização do papel.

    “A diminuição dos impactos ambientais associados ao consumo do papel é uma das grandes apostas do Conselho de Administração (CA) para preservação do meio ambiente e a EDM não quer ficar à margem deste desafio planetário. Nós somos uma Empresa amiga do ambiente! Por outro lado, no âmbito da prevenção e combate à pandemia da COVID-19, esta solução vai ajudar a reduzir o risco de propagação e contágio da doença entre os trabalhadores ”, salientou o Administrador do CA.

    O processo de implementação da plataforma teve início, no ano passado, com o desenvolvimento de acções dirigidas pela Direcção de Tecnologias de Informação que consistiram na formação e socialização dos trabalhadores, sobretudo da área administrativa, depois de o Presidente do Conselho de Administração da EDM, Engº Marcelino Gildo, ter lançado oficialmente a nova plataforma, agora de uso exclusivo na gestão administrativa da Empresa.

  • Montepuez Ruby Mining planta 3000 árvores em Namanhumbir

    Montepuez Ruby Mining planta 3000 árvores em Namanhumbir

    Os alunos da Escola Primária de Nsewe testemunharam o lançamento pela MRM Ruby Mining em Namanhumbir, distrito de Montepuez, província de Cabo Delgado, da campanha de plantio ate Dezembro de 3000 árvores, em reconhecimento à necessidade de aumentar o apoio aos esforços locais para proteger e conservar o meio ambiente.

    O Diretor Geral, Prahalad Kumar Singh, que simbolicamente plantou uma muda por ocasião do lançamento no jardim da Escola Primária Nsewe, referiu que “quando falamos sobre o ambiente, árvores e sua conservação vêm imediatamente à mente. “

    Os alunos tiveram ocasião de visitar as áreas de reabilitação da mina para entender melhor o processo de substituição do solo. Eles aprenderam sobre os processos de mineração e toda a cadeia de valor.

    A MRM promove ainda outras medidas de consciencialização e proteção ambiental como o fornecimento de garrafas reutilizáveis aos trabalhadores, que podem ser recarregadas com água nos vários campos e locais de mineração. Investem também numa estação de tratamento de água por osmose reversa, composta por equipamento de dosagem automática, para garantir a qualidade da água. Todas estas medidas reduzem os custos em cerca de 90% do custo da água engarrafada e reduzem significativamente os resíduos gerados pelas garrafas plásticas.

  • Reflorestados 260ha pela Vale em Moatize

    Reflorestados 260ha pela Vale em Moatize

    A Vale Moçambique reflorestou mais de 260 hectares de terra à volta do Complexo Mineiro de Moatize, em Tete, plantou mais de 54 mil mudas e doou cerca de 4500 mudas de árvores de fruto a todos os bairros das comunidades de Moatize, na província de Tete.

    O reflorestamento da Mina de Moatize tem como objetivo conservar a biodiversidade da mata local e implantar uma cortina verde sobre o muro que separa a área mineira das comunidades circunvizinhas. Só em 2020, a empresa recolheu cerca de 650 quilos de sementes de 30 espécies florestais nativas.

    Paulo Bueno, gestor do meio ambiente na Vale, disse que a empresa tem um plano ambicioso para Moatize, promovendo iniciativas contínuas junto às comunidades circunvizinhas. “A Vale pretende garantir uma operação ambientalmente responsável, pois a sustentabilidade do planeta é muito importante para a continuidade do negócio”, disse Bueno, que acrescentou que, em Moçambique, o padrão de excelência ambiental implementado é igual ao de outros países onde a empresa opera.

    No Complexo Mineiro de Moatize, a Vale possui um viveiro de mudas onde reproduz e desenvolve as plantas que são usadas para o reflorestamento ambiental. O resultado deste projecto de revegetação, em muito se deve à tecnologia moderna utilizada no viveiro.

  • ExxonMobil apoia Associação de Mulheres Agricultoras de Changalane com fogões limpos

    ExxonMobil apoia Associação de Mulheres Agricultoras de Changalane com fogões limpos

    A ExxonMobil Moçambique, Limitada (ExxonMobil) anunciou o seu apoio ao programa piloto que introduz fogões tecnológicos e limpos a Associação de Mulheres Agricultoras de Changalane (Associação das Mulheres), em Maputo. O programa é implementado pela ADPP Moçambique em parceria com a Mozambique Renewables Limited.

    O programa piloto irá providenciar um fogão revolucionário que funciona através de resíduos agrícolas de origem local a 30 mulheres agricultoras e às suas famílias. O fogão inclui o painel solar, uma luz LED de 100w, porta de carregamento USB e um celular. O programa será gerido por uma estudante graduada do MBA da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) que providenciará formação e orientação no uso dos fogões.

    Ao longo do percurso do programa piloto, as mulheres serão formadas e qualificadas para serem agentes para os fogões e perceberão os benefícios dos fogões limpos e do combustível de biomassa que é metade do custo do carvão.

    Jos Evens, Director Geral da ExxonMobil Moçambique, Limitada disse que “Este piloto em Changalane agrega valor ao compromisso que a ExxonMobil tem de apoiar iniciativas que promovem a melhoria na saúde e no empoderamento da mulher. Este programa foi desenhado para reduzir o custo de combustível na preparação de alimentos através da redução da dependência do carvão, bem como proporcionar os benefícios para a saúde e o meio ambiente.”

  • BCI lança campanha para uso de cartão bancário à base de milho

    BCI lança campanha para uso de cartão bancário à base de milho

    O Banco Comercial de Investimentos (BCI) e a Fundação para a Conservação da Biodiversidade (BIOFUND) lançaram uma campanha para incentivar o uso do Cartão Bio, o primeiro meio de pagamento em Moçambique, produzido com base em material biodegradável, à base de milho, que contribui para a conservação da biodiversidade daqui.

    Lançado em 2017, no quadro da parceria entre as duas instituições, este cartão tem ainda como característica não ser tóxico, podendo ser incinerado ou colocado em aterros sem prejudicar o meio ambiente.

    Durante a campanha, serão distinguidos  vencedores, com direito a prémios como uma visita guiada organizada pela BIOFUND, a Áreas de Conservação e a brindes diversos.

    Por cada utilização do Cartão Bio, é canalizada uma percentagem do custo transacionado para a BIOFUND, um Fundo Ambiental privado, moçambicano, dedicado à conservação da biodiversidade em Moçambique, sem qualquer custo adicional para o utilizador.

    Desde o lançamento do Cartão Bio, já foram angariados mais de 10 milhões de Meticais que foram usados para a protecção de rinocerontes no Sábiè Game Park e para a protecção de uma espécie muito rara de palmeira gigante, designada Raphia australis, localizada na Reserva Botânica Bobole, em risco de extinção.

  • Vale e Tecnicol capacitam professores primários e técnicos de educação

    Vale e Tecnicol capacitam professores primários e técnicos de educação

    Mais de 500 profissionais da área da educação vão ser formados numa iniciativa da Vale Moçambique em parceria com a Tecnicol, em Moatize, na província de Tete

    O Gerente de Relações com Comunidades da Vale, Horácio Gervásio, disse que “a qualidade de ensino é que dita o desenvolvimento socioeconómico de um País, e esta é garantida pela existência de um corpo docente capacitado e com a plena consciência de que o futuro do país está nas suas mãos”.

    Nesta segunda fase do projecto, os professores serão capacitados em áreas de ensino como matemática, informática aplicada na educação, leitura e escrita e, ainda, em outros temas transversais.

    A Tecnicol é uma instituição de formação e capacitação técnico profissional, que actua em Moçambique há mais de 15 anos, capacitando profissionais e actuando na preparação de jovens para o mercado de trabalho, incluindo o auto emprego.